Como usar a nota do ENEM? Descubra as possibilidades para ingressar no ensino superior!

Com a nota do ENEM, é possível ingressar no ensino superior por meio de programas sociais e realizar o sonho de conquistar seu diploma. Veja como utilizar a pontuação!

Obter uma boa pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é o melhor caminho para quem deseja ingressar na faculdade por meio de programas sociais, como FIES, SISU e PROUNI.

Para conseguir fazer parte desses programas, é preciso estar dentro da faixa de corte de cada um deles, possibilitando que você conquiste a sua vaga em instituições privadas e federais.

A seguir, vamos apresentar como utilizar a nota do ENEM e os principais programas contemplados pelo Exame, para que você possa dar início a esta nova etapa da sua vida acadêmica. Boa leitura!

O que é o ENEM?

ENEM é a sigla para Exame Nacional do Ensino Médio, que foi criado em 1998 pelo Ministério da Educação. O teste tem como objetivo avaliar a qualidade do ensino médio no país e abrir as portas do ensino superior em insituições privadas e federais. 

A prova é anual e ocorre em duas etapas, com intervalo de uma semana entre elas. O exame conta com disciplinas divididas por áreas, com 90 questões em cada dia e uma redação. 

No primeiro teste, as questões são de Ciências Humanas e suas Tecnologias e Linguagens. Neste dia, também é aplicada a redação, cujo tema é revelado somente no momento da aplicação, mas que geralmente traz um assunto em alta na atualidade.

No segundo dia, a prova é de Ciências da Natureza e suas Tecnologias com questões mais voltadas para as matérias de exatas.

Como usar a nota do ENEM?

O ENEM é a principal porta de entrada para o ensino superior e por meio da nota de corte é possível fazer parte de programas sociais, como FIES, SISU e PROUNI, facilitando o ingresso de quem não tem condições de arcar com os custos de uma faculdade.

Confira as principais possibilidades para usar a nota do ENEM!

Conseguir bolsa de estudos do PROUNI

O Programa Universidade para Todos (PROUNI) tem como objetivo fornecer bolsas integrais ou parciais aos alunos que têm interesse em ingressar no ensino superior privado, mas que não têm condições financeiras de pagar pelas mensalidades. 

As inscrições ocorrem duas vezes ao ano, são gratuitas e feitas diretamente no site do PROUNI. Além disso, é preciso cumprir alguns requisitos, como:

  • para bolsas integrais (100%), comprovar renda mensal bruta familiar de até um salário mínimo e meio; 
  • para bolsas parciais (50%), comprovar renda mensal bruta familiar de até três salários mínimos;
  • ter tirado pelo menos 450 pontos no ENEM e não ter zerado a redação. Porém, importante ressaltar que é preciso consultar a nota de corte de cada curso por faculdade, pois pode variar de acordo com os inscritos. 

As demais exigências podem ser consultadas diretamente no site do PROUNI.

Entrar em instituições públicas pelo SISU

A nota do ENEM também contribui para que o aluno concorra a vagas em instituições públicas, com o programa Sistema de Seleção Unificada (SISU). 

Para concorrer é preciso ter realizado o ENEM do ano anterior à inscrição, não ser treineiro (aquele aluno que ainda não terminou o ensino médio e fez ENEM para testar conhecimentos) e nem ter zerado a redação. 

Apesar de não ter restrição de notas, é importante ressaltar que alunos com maiores pontuações no ENEM têm mais chances de serem contemplados. Vale também a consulta das médias de inscritos junto à instituição de ensino superior em que pretende estudar. 

Financiar os estudos em instituições pagas

O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) é um programa do Ministério da Educação criado em 1999, que tem como objetivo ajudar o aluno a subsidiar os custos na faculdade.

O juros do FIES é bem mais baixo do que empréstimos comuns e ele tem a vantagem do aluno começar a pagar somente após a formação. Desde 2015, para participar do programa é preciso ter feito o ENEM, em especial a quem terminou o ensino médio depois de 2010.

Para ser contemplado é preciso ter os requisitos mínimos de nota de corte de 450 no ENEM, não ter zerado a redação e renda familiar bruta de até três salários. 

Substituir a prova do vestibular

Outra utilidade para a nota do ENEM, mas dessa vez sem vínculo financeiro, é substituir a prova do vestibular. 

Algumas faculdades privadas oferecem matrículas baseadas na média do ENEM, visto que a prova tem questões de conhecimentos em nível de vestibular. Basta consultar a instituição que deseja estudar e verificar a possibilidade. 

Estudar em uma instituição internacional

Você sabia que tem como usar a nota do ENEM para estudar no exterior? Algumas instituições aceitam a nossa prova como ingresso no ensino superior em outro país. Confira algumas delas: 

  • Universidade de Algarve – Portugal;
  • Universidade de Coimbra -Portugal
  • Universitè Paris – França;
  • Oxford – Reino Unido;
  • Universidade de Nova York – EUA;
  • Universidade de Toronto – Canadá;
  • Universidade College Dublin – Irlanda;

Para saber quais são os benefícios desse ingresso e requisitos é preciso consultar o site de cada instituição. 

Utilizar a nota do ENEM é uma ótima estratégia para ingressar em uma faculdade. Com as diversas possibilidades destacadas, basta pesquisar pelas pontuações exigidas nos cursos de sua preferência e começar a se dedicar para atingi-la e concorrer a uma vaga.

E para ajudar com isso, a UNINASSAU tem um espaço especial dedicado a quem quer se preparar para tirar a melhor nota possível no exame, com dicas, macetes e apostilas das principais matérias. Entre lá e confira!

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Outras dúvidas sobre a nota do ENEM que podem ajudar

  1. O que dá para fazer com 500 pontos no ENEM?

    Com 500 pontos de nota de corte, você pode ingressar em cursos, como: Administração (491), Pedagogia (474,84), Matemática (387,80), entre outros.

  2. É possível passar no ENEM só com a nota da redação?

    Em teoria, a nota mínima para que o candidato não seja desqualificado, é tirar uma nota superior a zero na redação. Porém, por conta da forte concorrência nas instituições, dificilmente será possível ingressar em uma faculdade só com a nota da redação.

  3. O que vale mais no ENEM é a redação?

    A redação representa 20% da nota geral do ENEM. Ou seja, caso sua pontuação seja baixa nessa categoria, sua média pode despencar facilmente.

  4. Quem não fez a redação do Enem é desclassificado?

    Sim. O Enem exige que a nota da redação seja superior a zero, para que o candidato não seja desqualificado.

  5. O que acontece se eu tirar nota 1000 na redação?

    Isso significa que você gabaritou a prova de redação e tem grandes chances de entrar em cursos mais concorridos. No curso de Medicina, por exemplo, a média precisa ser 700.

  6. Quando a redação do ENEM é anulada?

    Quando o aluno foge do tema, deixa em branco, tem texto ilegível, erra a cor da caneta (que deve ser preta), entre outros motivos.

  7. O ENEM substitui o diploma do ensino médio?

    Sim, o ENEM pode substituir o diploma do Ensino Médio, desde que esta opção tenha sido marcada no ato da inscrição.

  8. Como saber qual universidade aceita a nota do ENEM?

    Consultando o site da própria universidade ou, na hora da inscrição dos programas citados, verificar se a faculdade está na lista.

Aprenda 12 técnicas de memorização infalíveis e potencialize seus estudos para o ENEM!

Os estudantes absorvem uma grande quantidade de informações diariamente, por isso é importante conhecer algumas técnicas de memorização para fixar os conteúdos e potencializar o aprendizado.  

Reter informação pode parecer um grande desafio para muitos alunos que estudam todos os dias, principalmente quando se trata da prova do ENEM, um exame que exige um conhecimento vasto dos participantes.

Este artigo fornecerá algumas técnicas poderosas de memorização que ajudarão você a lembrar todos os assuntos estudados e absorver melhor os conhecimentos adquiridos, além de dicas essenciais para você aplicar esses métodos diariamente. Boa leitura!

O que é memória e como ela funciona?

Nossa memória é a capacidade de codificar, armazenar e recuperar informações de nosso cérebro. Mas o que isso realmente significa? Vamos passar por este processo passo a passo. Confira!

Codificação

Esta é a absorção de informações do ambiente. Quase todas as informações sensoriais que vemos, ouvimos e sentimos são enviadas ao nosso cérebro para serem codificadas da maneira mais rápida possível.  

Portanto, essa é a primeira etapa de processamento de informações, sendo responsável por captar inicialmente os dados que serão armazenados. 

Armazenamento        

Anteriormente, as pessoas supunham que o hipocampo era a parte do cérebro que lida com a memória, mas pesquisas posteriores provaram o contrário.  

Esta informação codificada é armazenada em diferentes partes do nosso cérebro. A ciência ainda tem que descobrir sobre uma parte específica. 

Temos dois tipos de memória: curto e longo prazo. A memória de curto prazo é a memória de trabalho que armazena informações por um curto período.  

Se essa informação for essencial, ela será transferida para a memória de longo prazo. Caso contrário, ela é apagada ou perdida. 

Por exemplo, você faz uma lista de artigos de papelaria que vai comprar. Depois que as compras terminarem, você provavelmente esquecerá a lista porque ela não é mais importante.  

Mas é menos provável que você esqueça o caminho para o mercado porque é importante para você. Portanto, essa informação é transferida para a memória de longo prazo. 

Lembrança

As informações armazenadas em nossos cérebros ficam mais fortes a cada recordação. Revisitar o mesmo neurônio cria uma rede neural mais robusta e sela a informação em seu cérebro. 

Esse processo de lembrança está intimamente ligado à recordação, por isso que é uma execução muito importante para desenvolver uma memorização mais eficaz.

Quais são os tipos de memória?

Como já mencionado, a memória humana não existe a partir de um único tipo de memória. Ela existe a partir de diferentes sistemas de memória. Quando armazenamos uma memória, estamos recebendo, codificando e armazenando informações. 

Como essas informações serão armazenadas e por quanto tempo depende de que tipo de informação está sendo processada. Dependendo da informação, um tipo diferente de memória será acionada.

Existem 3 tipos de memória, que têm seu próprio modo de funcionamento, mas ainda assim cooperam no processo de memorização. Elas podem ser vistas como as três etapas necessárias para criar uma memória de longo prazo. 

A seguir, veja como funciona cada uma delas!

1. Memória sensorial

A memória sensorial é considerada o primeiro estágio da memória e envolve o registro de grandes quantidades de informações sobre o ambiente, por um período de tempo muito curto. 

Esse tipo de memória permite que você retenha as informações que recebe por meio de seus sentidos após o término dos estímulos iniciais. O processo de receber informação por meio dos sentidos também é chamado de sensação.

Essas sensações atuam como um amortecedor para os estímulos recebidos pela audição, visão, tato, olfato e paladar, que serão retidos com precisão, mas apenas por alguns segundos. 

Enquanto os sentidos são responsáveis ​​por receber todos esses estímulos, essas sensações são processadas ​​pela sua percepção dentro do seu cérebro. 

A ativação dos sentidos recebendo todos esses estímulos que ocorrem antes que as percepções possam ser criadas é chamado de processo sensorial. 

2. Memória de curto prazo

Sua memória de curto prazo é responsável por armazenar uma pequena quantidade de informações por um curto período de tempo. Esta informação é processada através da memória sensorial em sua memória de curto prazo. 

A memória de curto prazo mantém essa pequena quantidade de informações em um estado ativo e rapidamente acessível. As memórias armazenadas na memória de curto prazo durarão cerca de 10 a 15 segundos.

Digamos que você esteja se lembrando de um número de telefone enquanto disca antes de ligar. Você lê alguns dígitos, tenta se lembrar deles e insere no seu celular. 

Neste momento, você se lembra dos números e provavelmente relembra dos dígitos rapidamente, enquanto os esquecerá a longo prazo. Nesta situação, você está usando sua memória de curto prazo.

3. Memória de longo prazo

A memória de longo prazo é o sistema de memória que armazena informações por um longo período de tempo. Essa duração pode variar de alguns minutos a uma vida inteira. 

A informação chega à memória de longo prazo, registrando o assunto através da memória sensorial para a memória de curto prazo, para ser eventualmente armazenada na memória de longo prazo. 

Mas nem todas as informações serão armazenadas em sua memória de longo prazo. Através do processo de ensaio, memórias de curto prazo podem se tornar uma memória de longo prazo. 

Isso significa que, se você repetir as informações por tempo suficiente, acabará armazenando elas em sua memória de longo prazo. 

Quanto tempo isso vai levar depende do que você está tentando aprender e da importância disso, é mais fácil para você lembrar o aniversário de alguém importante do que a cor do cabelo de uma pessoa que passou rapidamente por você.

Por que esquecemos?

Apesar de nossa memória de longo prazo ter uma capacidade ilimitada, ocorre que você pode deixar de recordar informações. Portanto, esquecer geralmente não significa realmente perder ou apagar essas informações de sua mente.

Um dos fatores que desempenham um grande papel no esquecimento é o tempo, pois as memórias que não foram acessadas podem desaparecer. 

Uma memória pode ser armazenada e recuperada quando você está aprendendo algo novo ou quando está conectando novas informações com memórias existentes que já estão armazenadas em seu cérebro. 

Se essas informações não forem recuperadas e ensaiadas ao longo do tempo, esses traços de memória começarão a desaparecer. Isso também é chamado de teoria da decadência. 

Isso pode ser visto como um momento importante para você há muito tempo. A princípio, você se lembra de tudo sobre aquela ocasião, mas depois de não pensar nisso por anos, os detalhes daquele dia começam a desaparecer.

Além disso, as memórias também podem ser esquecidas por causa da interferência. 

Algumas memórias que você armazenou em seu cérebro podem interferir em outras memórias. Isso pode ocorrer quando as informações são muito semelhantes a outros registros. 

Isso também é chamado de teoria da interferência. Talvez você tenha uma lembrança de uma de suas festas, que pode ser na verdade uma lembrança de outra festa. 

Você pode confundir a memória dessas duas situações semelhantes, fazendo com que seu cérebro esqueça a original.

Por fim, pode ocorrer que a perda de uma memória não seja causada pelo esquecimento. Às vezes, isso acontece porque ela nunca chegou à memória de longo prazo. 

A explicação para isso é o resultado da codificação que geralmente falha, impedindo que as informações sejam convertidas da memória de curto para a de longo prazo.

Diferença entre memorizar e decorar

Embora muitas pessoas pensem neles como a mesma coisa, há uma diferença distinta entre os termos memorizar e decorar. 

Ao memorizar algo, o aluno armazena informações durante seu aprendizado, ou seja, ele conhece e compreende o que está registrado em sua memória.

É totalmente diferente do processo de decorar, onde o estudante apenas registra em sua mente o que precisa sem ao menos entender ou saber o que está sendo memorizado.

A dúvida da maioria dos jovens é como aprender e memorizar, ao invés de somente decorar. O processo é simples, mas requer comprometimento e foco por meio de alguns métodos para memorizar.

Conheça 12 técnicas de memorização

Agora que você sabe de forma simples como sua memória funciona, a seguir, vamos mergulhar profundamente nas 12 técnicas de memorização para ajudá-lo a estudar para o ENEM. Confira! 

 1. Repetição espaçada

Repetição espaçada significa recordar qualquer informação em um intervalo de tempo específico.

Hermann Ebbinghaus criou o termo “A curva do esquecimento”, que descreve como os humanos esquecem informações ao longo do tempo.  

As repetições podem achatar a curva do esquecimento em diferentes intervalos. A ideia de repetição espaçada envolve esquecer a informação seguida de recuperá-la do cérebro. 

Os alunos misturam muito facilmente a memorização mecânica com a repetição espaçada. 

Enquanto a memorização mecânica está aprendendo passivamente a mesma coisa, a repetição espaçada é um processo ativo de recuperação de informações. 

Depois de estudar um tópico, realize os seguintes procedimentos: 

  • revise o assunto no 3º dia; 
  • relembre a informação no 7º dia; 
  • lembre-se da informação novamente após duas semanas; 
  • tente se lembrar das informações depois de um mês. 

É provável que você se lembre das informações após esse ciclo de repetição espaçada. Se você tiver problemas para manter a programação manualmente, poderá usar um aplicativo de flashcard para ajudá-lo. 

2. Ensine o tópico      

Esta técnica deriva da Técnica de Feynmann, e apesar desse método ter sido idealmente usado para aprendizado, também é adequado para reter informações.  

Ensinar é útil porque ajuda a recuperar a informação cada vez que você a explica a outra pessoa.  

Como mencionamos anteriormente, cada lembrança fortalece a conexão, tornando sua memória com essa informação cada vez mais forte.  

Ensinar alguém é possivelmente a técnica mais simples para lembrar qualquer informação.  

Suponha que um professor esteja ensinando matemática para um grupo de pessoas. No primeiro dia, ensina a uma classe o que é a multiplicação; 

A primeira vez, possivelmente, ele teve que fazer as contas. Pense depois de 3-4 vezes dando a mesma aula, você acha que ele precisa fazer as contas novamente? A informação está presa no cérebro para sempre. 

Aqui está um exemplo de como usar essa técnica de memorização: 

  • aprenda um tópico; 
  • encontre um amigo que ainda não conhece o assunto; 
  • explique isso a ele; 
  • explique a qualquer pessoa que tenha interesse em tópicos semelhantes. 

3. Narrativa

Nosso cérebro adora histórias. Você provavelmente ainda se lembra de “Chapeuzinho Vermelho”, justamente por ser difundida desde quando você era criança. Em outras palavras, as histórias nos ajudam a visualizar e imaginar certas situações.

Quando você lê uma história, você não imagina as palavras, mas a história sendo encenada como um filme. Portanto, é mais fácil para o cérebro processar e armazenar.  

Confira as seguintes palavras e observe o exemplo a seguir: 

  • pão; 
  • incêndio; 
  • lápis; 
  • caderno; 
  • cão; 
  • mãe; 
  • trabalho de casa;
  • nervoso; 
  • escola; 
  • dança. 

Depois de ler essas dez palavras, quantas você acha que consegue se lembrar depois de 1 minuto? Provavelmente 6-7 na melhor das hipóteses. 

Mas e se você transformar as palavras em uma história? A história pode não fazer sentido, mas temos certeza de que ajudará você a se lembrar melhor. 

Sempre que você tiver alguma informação para lembrar, transforme-a em uma história. Tente tornar a narrativa interessante. Você se lembrará melhor se ela for única, irreal e simples. 

4 . Fragmentação

Qual é a melhor técnica de memorização para lembrar números? É chamada de fragmentação, mas você pode chamá-la de lote, pois também é útil para tabelas, listas, nomes. 

Quando você estiver tentando memorizar uma grande quantidade de informações, divida os conteúdos em grupos diferentes.  

Tipos semelhantes de materiais devem ser agrupados. Isso ajuda a lembrar porque quando você agrupa informações diferentes, você se esforça menos.  

Lembre-se de que as divisões podem não dar 100% de eficiência, mas essa técnica, sem dúvida, melhorará sua retenção.  

Normalmente, o agrupamento deve ser associado a outras técnicas de memorização, que fortaleçam as práticas de reter as informações.

5. Imagine a aplicação da informação

Os alunos ficam frustrados e se perguntam por que precisam estudar. Mas a pergunta que eles deveriam fazer é: “Por que eu deveria conhecer esse determinado assunto?”  

Se um aluno faz essa pergunta, seu cérebro começa a se envolver ativamente com a informação. 

Essa pergunta ajuda a encontrar situações em que você pode aplicar esse conhecimento na vida real. Se você não pode agir, pelo menos pode visualizar a aplicação do aprendizado que acabou de adquirir. 

Por exemplo: Se você está estudando medicina, precisa aprender muitos nomes de medicamentos. 

A maneira de lembrar esta informação é imaginar como você irá prescrever este medicamento ao paciente. Você pode visualizar uma interação médico-paciente completa em sua mente.  

Esse envolvimento ativo com as informações ajudará você a retê-las mais rapidamente e por mais tempo. 

Sempre que tiver que memorizar alguma coisa, pense na aplicação. Imagine, visualize e, se possível, represente. Sinta a circunstância tanto quanto possível. Pense em como essas informações podem ajudar você e outras pessoas. 

6. Mnemônicos e Acrônicos

Essa técnica de memorização é provavelmente a mais comum de todas. Todos nós já tentamos mnemônicos e siglas em nossas vidas. Mas por que as siglas são essenciais para reter informação?  

Isso porque muitos alunos fazem mnemônicos sobre tudo o que leem. Então, antes das provas, eles se lembram dos mnemônicos, mas não se lembram porque fizeram isso.  

É engraçado, mas isso não significa que você não deve fazer mnemônicos. Você pode usar mnemônicos e acrônimos para qualquer coisa, mas faça apenas um mnemônico por sessão.  

Os mnemônicos devem ser feitos apenas com base em informações essenciais. Certifique-se de escrever o mnemônico em algum lugar do seu caderno para que você não precise fazer outro, mesmo se esquecer. 

7. Palácio de memória

O palácio da memória, também conhecido como Método de Loci, é uma técnica de memorização muito popular.  

Mas a razão pela qual não é valorizada é que a maioria dos alunos não utilizam esta técnica corretamente. Eles falham porque a criação do palácio da memória requer muita criatividade e imaginação, além de muita paciência.  

Para criar um palácio da memória, você precisa pensar em um espaço, sala ou local familiar. Então, em sua mente, você precisa colocar as informações em uma parte diferente da sala. 

Você pode usar sua própria casa, um café próximo, uma biblioteca ou qualquer coisa com a qual esteja muito familiarizado. Vamos apresentar um exemplo. 

Suponha que você escolha seu quarto como seu palácio e esteja tentando memorizar estas palavras:  

  • feliz;  
  • gato; 
  • irmã;
  • escola; 
  • panela. 

Agora imagine que você entrou na sala e viu um gato feliz em cima do seu armário. Sua irmã está dormindo na sua cama. O professor da escola está usando sua mesa de estudo. 

Quando você abre o armário, não há roupas, mas apenas uma panela. 

Os alunos podem criar um palácio de memória separado para diferentes capítulos e temas específicos. Certifique-se de não usar o local duas vezes para conteúdos distintos.  

Você pode memorizar uma grande quantidade de informações usando cada elemento da área.  

Não importa o quão estranho seja, o palácio da memória ou o método de loci é considerado a melhor das técnicas de memorização.

8. Afinação e rima

Alguma vez você já se perguntou como você parece se lembrar de todas as canções de ninar? Nosso cérebro tem uma afinidade por músicas e rimas. Gosta de se lembrar de coisas que vêm com um certo padrão. 

No entanto, você não precisa criar uma música ou ritmo completo. Você só precisa criar duas linhas em um padrão semelhante.  

Caso contrário, você também pode tentar usar músicas diferentes para lembrar diferentes tipos de informações.  

Os alunos devem tentar associar informações importantes com músicas favoritas que foram ouvidas recentemente. 

Isso é muito mais fácil do que fazer suas próprias rimas. Mas, se possível, torne os padrões de frases mais fáceis para o cérebro codificar e armazenar. Tente lembrar a rima de vez em quando para selar os dados para sempre. 

9. Mapa mental

Nossa memória visual é a mais forte entre os outros tipos de memórias. É por isso que tendemos a lembrar mais informações por meio de imagens e recursos visuais.  

Essa é uma técnica comum para conectar informações e encontrar uma conexão lógica entre elas.  

Mas também pode ser benéfico para a memorização. Um mapa mental é fácil de lembrar porque é semelhante à nossa rede neural, pois representa como nossos cérebros armazenam as coisas.  

Portanto, é muito mais fácil para o cérebro codificar as informações ao estudar por meio de um mapa mental. Entenda, a seguir, como como fazer um mapa mental de forma prática: 

  • pegue uma página e escreva um título no centro; 
  • desenhe os principais ramos do tópico e mencione o.
  • você deve usar cores diferentes para ramos diferentes; 
  • esses ramos devem ter sub-ramos que levem o mapa a se espalhar.
  • recomenda-se o uso de diagramas e imagens no final dos sub-ramos para torná-lo mais eficaz. 

Sempre que algum tópico exigir memorização e compreensão, crie um mapa mental para ele.  

A criação de um mapa mental ajuda os alunos a visualizar as informações em diferentes áreas, auxiliando simultaneamente na compreensão. 

10. Alfabeto visual

Quando se trata de memorizar uma lista, não há técnica melhor do que o alfabeto visual. Este método usa imagens para representar cada letra do alfabeto. 

Ao criar uma imagem mental associada a cada letra, fica muito mais fácil lembrar os itens de uma lista de compras. 

Por exemplo, a letra M pode ser representada pela imagem de uma maçã, B pode ser uma banana e assim por diante. 

11. Utilize a escrita

A escrita é a maneira mais antiga e segura de memorizar algo, pois associa o que você aprendeu à memória muscular.

Ao fortalecer o seu cérebro, a escrita também fornece um escopo para aprender visualmente, pois você pode desenvolver a aprendizagem por meio das próprias anotações.

Além de memorizar, também permite que você entenda o que está escrevendo, pois aumenta consequentemente suas chances de reter informações por muito tempo.

12. Entenda o que você está tentando memorizar

Memorizar um assunto e não apenas decorá-lo exige que você entenda o conteúdo, o que o ajudará a reter as informações por um longo período de tempo.

Se você entender um assunto, saberá facilmente seu significado, o que lhe permitirá memorizar aquilo que você deseja aprender.

Compreender o conteúdo estudado também economizará tempo no futuro, quando você estiver passando pelo tema novamente, pois reterá as informações por mais tempo.

Todas essas técnicas listadas e detalhadas não são feitiços mágicos, e tratam de habilidades que se desenvolverão ao longo do tempo.  

Depois de começar a usá-las, você terá a vantagem de memorizar qualquer coisa. Ao continuar, você sentirá lentamente como sua memória melhorou por causa da prática.  

Nossa memória é como um músculo que precisa ser treinado. Você pode treiná-lo usando esses métodos para estudar, pois uma combinação das técnicas é o que vai lhe dar o máximo de resultados. 

Gostou desse artigo? Agora que você já sabe diferentes técnicas de memorização e como funciona nossa memória, aproveite para conhecer nossas dicas sobre rotina de estudos e continue aprendendo muito mais!

Veja como fazer uma conclusão perfeita para a redação do ENEM com nossas 8 dicas!

A conclusão é um dos elementos fundamentais na hora de construir uma redação para o ENEM. Elas devem encerrar o tópico e deixar uma forte impressão na mente dos leitores. Afinal, este é o seu momento de comprovar sua ideia. 

Um bom parágrafo de conclusão pode mudar a mente de um leitor quando ele chega ao final do seu trabalho, e saber escrevê-la de maneira envolvente pode tornar sua escrita mais impactante. 

Pensando nisso, trouxemos 8 dicas que vão te mostrar como fazer uma conclusão perfeita, finalizando seu texto com maestria e aumentando suas chances de tirar uma boa nota no exame. Continue com a gente e boa leitura! 

O que é uma conclusão?

A conclusão é a parte final de um texto que resume os principais pontos discutidos e apresenta uma visão geral do tema abordado. Ela serve como um fechamento, amarrando todas as ideias soltas e oferecendo um sentido de finalização.

No entanto, uma boa conclusão vai além de uma simples repetição dos pontos principais. Ela deve oferecer uma nova perspectiva, um insight adicional ou uma chamada para ação que incite o leitor a refletir sobre o conteúdo apresentado.

Qual a importância da conclusão?

A conclusão desempenha um papel crucial na comunicação eficaz por diversos motivos:

  • orienta para próximos passos: em alguns casos, a conclusão pode servir como um ponto de partida para futuras discussões ou pesquisas, indicando caminhos para aprofundar o conhecimento sobre o assunto;
  • reforça a mensagem: a conclusão oferece uma última oportunidade para reforçar os pontos mais importantes do texto, garantindo que o leitor os retenha na memória;
  • cria uma impressão duradoura: a forma como um texto é finalizado pode determinar a impressão geral que o leitor terá sobre ele. Uma conclusão bem elaborada deixa uma sensação de completude e satisfação;
  • incentiva a reflexão: uma boa conclusão não apenas resume as ideias, mas também estimula o leitor a pensar de forma crítica sobre o tema abordado, relacionando-o com outras experiências e conhecimentos.

Como fazer uma conclusão para a redação do ENEM?

A redação do ENEM é uma etapa que exige bastante conhecimento sobre as técnicas de escrita. Saber como fazer uma conclusão perfeita é fundamental para aumentar suas chances de impressionar os avaliadores.

Confira 8 dicas importantes para escrever uma conclusão impactante e deixar uma impressão duradoura: 

1. Inclua uma frase de tópico

As conclusões devem sempre começar com um tópico frasal. Reafirmar a tese de seu parágrafo introdutório na primeira frase de sua conclusão é uma maneira eficaz de lembrar o leitor do argumento principal. 

2. Use seu parágrafo introdutório como um guia

Ao escrever sua conclusão, mantenha uma cópia do seu parágrafo introdutório à mão como referência. Sua conclusão deve reforçar e abordar os pontos que você fez em sua introdução.  

Um parágrafo de conclusão deve apresentar a declaração de tese de sua introdução e pontos de apoio, juntamente com seu apelo emocional e impressão final.  

Use a introdução como referência ao escrever sua conclusão, mas evite reescrevê-la usando palavras diferentes. 

3. Resuma as ideias principais

Conclusões eficazes reafirmarão as informações mais relevantes para resumir o ponto principal do artigo.  

Se tratando de textos mais longos, é essencial incluir um breve resumo de todos os seus argumentos de apoio em seu parágrafo de conclusão para garantir que o leitor esteja atualizado.  

Sua conclusão deve apresentar apenas as principais evidências introduzidas nos parágrafos do corpo da sua redação. Portanto, evite trazer novas informações ou ideias para não confundir o leitor. 

4. Apele para as emoções do leitor

Uma boa conclusão usará linguagem emocional ou sensorial para criar uma imagem poderosa e duradoura na mente do leitor. Usar um apelo emocional também é uma ótima maneira de reforçar seus pontos centrais.

5. Inclua uma frase de encerramento

A frase de encerramento é o que vai entregar ao leitor o fim de sua redação e a apresentação de suas ideias. Escreva seu ponto final de forma clara e sucinta, proporcionando um fechamento objetivo, deixando-o com uma forte impressão de seu significado dentro de um contexto mais amplo. 

6. Reafirme a ideia principal

Qual é a ideia central da sua redação? Esse é um lugar seguro para começar sua conclusão. Afinal, foi baseada nela que você dirigiu todas as outras seções do texto para apoiar seu ponto de vista.

Para iniciar seu parágrafo de conclusão, sinta-se à vontade para reiterar sua ideia principal. Tente torná-lo chamativo, porém, sem reafirmá-lo muitas vezes para não tornar a leitura cansativa. 

7. Resuma 3 pontos principais

Essa quantidade é uma boa referência para o seu resumo geral . Você não precisa reafirmar todos os argumentos que fez, apenas os 3 que você acredita serem os mais marcantes.  

Porém, evite simplesmente repetir os pontos com as mesmas palavras. Em vez disso, mostre aos seus leitores como esses pontos tornaram seu argumento mais forte, adicionando peso à sua ideia principal.

8. Termine com uma frase impactante

Para o seu parágrafo ou linha de encerramento, termine com uma ideia interessante e instigante.  

Faça uma pergunta retórica ou indique uma citação marcante de sua redação. Às vezes, boas citações funcionam como ilustrações, transmitindo seu ponto de vista de forma mais marcante. 

Outra maneira de tornar sua conclusão mais impactante é vincular sua ideia principal a um cenário mais amplo, expandindo o entendimento do leitor não apenas para a leitura, mas também para os conceitos que ainda estão por vir. 

Mas, lembre-se: evite trazer novas informações ou ideias diferentes das que foram apresentadas na redação para não confundir o leitor ou gerar a sensação de contradição. 

Como você pôde ver, saber como fazer uma conclusão é um ponto chave na construção de sua redação para o ENEM. Afinal, é por meio desse recurso que o escritor vai finalizar seu texto e reafirmar seu ponto de vista.

Colocar em prática as dicas apresentadas ao longo do texto vai te ajudar a aprimorar sua técnica de escrita, causando uma boa impressão nos avaliadores e garantindo um bom desempenho em um dos tópicos mais desafiadores do exame.

E aí, gostou do post? Então, confira nosso conteúdo com os principais temas que podem cair na redação do ENEM e prepare-se para tirar a nota máxima!

Aprenda a desenvolver interpretação de texto para o ENEM e melhore seu desempenho no exame! 

Ter uma boa interpretação de texto para o ENEM é fundamental para facilitar o entendimento do conteúdo e encontrar as respostas, seja durante a criação da redação e também na leitura das questões, facilitando.

Ler e compreender de maneira correta o exame é uma das chaves para ter um bom desempenho, conquistando uma nota alta e encurtando o caminho para a entrada no ensino superior.

Para te ajudar nesse desafio, preparamos um conteúdo com as principais informações sobre o assunto e dicas de como desenvolver uma boa interpretação de texto para o ENEM. Boa leitura! 

Quais os principais elementos da interpretação de texto para o ENEM?

Os elementos da interpretação de texto para o ENEM se apoiam nos seguintes pilares: leitura, senso analítico e pensamento crítico. 

  • capacidade de leitura: é o principal elemento, pois através dela que o estudante consegue visualizar todas as informações do texto;
  • pensamento analítico: consiste na habilidade de analisar todas as informações de maneira meticulosa, considerando os principais critérios do enunciado;
  • pensamento crítico: que ajuda a construir a opinião sobre o assunto, obtendo o resultado das perguntas apresentadas. 

Como treinar a interpretação de texto para o ENEM?

Durante a interpretação de texto para o ENEM, é importante seguir uma sequência lógica para compreender as informações de maneira correta. 

1. Leia com calma e atenção

Primeiramente, o recomendado é que você leia as questões e os enunciados de maneira pausada. Apesar do limite de tempo que o ENEM possui, ler de forma mais lenta permite que você absorva melhor as informações. 

O exame exige muita interpretação de texto dos candidatos, portanto desenvolva uma leitura dinâmica para que você consiga responder as perguntas com calma, mas em tempo hábil. 

2. Aprimore seu vocabulário

Durante o exame, é fundamental ter a certeza de que compreende o significado das palavras e termos mais rebuscados. Por isso, lembre-se de sempre ter um dicionário ao lado na hora de estudar.

Assim, quando chegar no dia da prova o seu vocabulário estará mais amplo, possibilitando que você compreenda todas as palavras, incluindo o contexto e os significados.  

3. Identifique o tipo do texto e contexto

Reconheça se o texto é narrativo, argumentativo, expositivo ou descritivo. Essa identificação te ajudará a compreender a intenção do autor e a estratégia de construção do texto.

Leve em consideração também o contexto histórico, social e cultural em que o texto foi produzido. Essa contextualização te permitirá compreender as motivações do autor e a relevância do conteúdo.

4. Faça simulados

Uma das formas de treinar a interpretação de texto para o ENEM é por meio dos simulados e cadernos de questões dos anos anteriores. 

Com eles, você consegue analisar os conceitos e o próprio formato do texto, além de conferir as alternativas de múltiplas escolhas. 

Portanto, procure na internet edições anteriores ou conteúdos que apresentam um sistema parecido com o utilizado no exame para que você possa se familiarizar com as técnicas utilizadas e estilos de texto que geralmente caem no ENEM.

Perguntas que te ajudarão a interpretar um texto

Na hora de interpretar um texto para o ENEM, o ideal é contextualizar todas as informações e se questionar sobre o que é mais relevante. 

Isso exige que você faça algumas perguntas para si mesmo enquanto está processando o conteúdo e os elementos do texto. Confira algumas delas: 

  • Qual a informação mais relevante do texto? 
  • O que faz mais sentido em relação às alternativas? 
  • Qual a resposta mais coerente no contexto do conteúdo? 
  • Qual a resposta mais exagerada, que foge do contexto? 
  • Quais são as mensagens que estão nas entrelinhas?

Ao realizar o levantamento dessas questões você, além de exercer o pensamento crítico, poderá analisar o conteúdo atenciosamente, interpretando o texto com todo rigor exigido. 

Algumas dicas que podem te ajudar na hora da prova

Quando chega o dia, muitos estudantes podem sentir que não são capazes, ou até mesmo ter dificuldades para controlar a ansiedade na hora da prova. 

No entanto, isso não precisa ser algo desafiador a ponto de te deixar muito inseguro. Tenha em mente que se você está preparado para realizar a prova, tudo irá se encaminhar para dar certo. 

Dessa forma, listamos as seguintes dicas que podem te ajudar quando chegar o momento de fazer a prova do ENEM: 

  • concentre-se no seu caderno de questões; 
  • responda as questões mais fáceis primeiro; 
  • marque o gabarito com atenção; 
  • não se assuste com o tempo; 
  • revise todas as respostas antes de finalizar. 

Entender como desenvolver uma boa interpretação de texto para o ENEM é um dos primeiros passos para encontrar as respostas corretas das questões e criar uma redação que vai impressionar a banca avaliadora.

Com essas dicas simples, além de garantir que você se concentre melhor, será possível concluir a prova com sucesso e obter uma boa nota para ingressar no ensino superior.

Agora que você já sabe como superar esse desafio, confira nosso conteúdo sobre como estudar para o ENEM e aprimore ainda mais seu conhecimento!

Outras dúvidas sobre interpretação de texto para o ENEM que podem ajudar

  1. O que cai em interpretação de texto no Enem?

    De modo geral, os conceitos relacionados as áreas são inseridas ao longo do conteúdo. Por isso envolvem as ciências humanas; linguagens e códigos, ciências da natureza; matemática e suas tecnologias. 

  2. O que fazer quando errar uma questão no Enem?  

    Entender que errar faz parte do processo de aprendizagem é essencial para o estudante conseguir aumentar os acertos. Por isso, não se desespere! Revise a questão que você errou e aprimore seu método de estudo. 

  3. Quais os assuntos de literatura que mais caem no Enem?

    Além de assuntos que envolvem figura de linguagens e interpretação de texto, a literatura do Enem está focada no estudo das obras clássicas. Destaca-se o romantismo e o modernismo como principais escolas literárias. 

Veja o que foram as vanguardas europeias e como o movimento contribuiu para uma transformação cultural no início do século XX!

As vanguardas europeias foram movimentos que transformaram o cenário cultural do século XX, rompendo tradições e introduzindo novas formas de expressão artística e literária, como o cubismo, o futurismo, o dadaísmo e o surrealismo. 

Estudar as vanguardas é essencial para o ENEM e outros vestibulares, uma vez que demonstra familiaridade com a evolução da cultura, a influência das mudanças históricas nas artes e a capacidade de analisar movimentos culturais em contextos mais amplos.

Neste artigo, você vai entender melhor o conceito, a importância e como se deu o contexto histórico das vanguardas europeias, bem como as características de cada uma delas. Acompanhe até o final para não ficar com dúvidas! 

O que são vanguardas europeias?  

Vanguardas Europeias foram movimentos artísticos e literários que surgiram no início do século XX, ocasionando uma revolução cultural. Eles incluem o Cubismo, Futurismo, Expressionismo, Dadaísmo e Surrealismo, rompendo com a tradição acadêmica e buscando inovação estética.

Qual a importância e objetivo das vanguardas europeias?

O objetivo principal dos movimentos era renovar a estética artística, rejeitando convenções e academismo. Buscavam liberdade criativa e expressão genuína, influenciando toda a cultura contemporânea.

Entenda o contexto histórico das vanguardas europeia

As vanguardas surgiram em um período de intensas mudanças sociais e políticas, mais especificamente entre as duas guerras mundiais.

Esse contexto tumultuado refletiu nas obras. Artistas e escritores buscaram maneiras de romper com as tradições estabelecidas e explorar novas formas de arte e pensamento.

Alguns dos eventos que contribuíram para o contexto histórico das vanguardas incluem: Revolução Industrial, Revolução Russa, descobertas científicas (como a teoria da relatividade de Einstein) e teorias da psicanálise, com as ideias de Sigmund Freud.

Quais os tipos de vanguardas europeias?

Cada movimento tinha características únicas. O Cubismo explorava formas geométricas, o Futurismo celebrava a velocidade, o Expressionismo explorava a subjetividade, o Dadaísmo era ilógico e irônico, e o Surrealismo era onírico e espontâneo. Acompanhe as características de cada tipo!

Cubismo

O Cubismo, com sua desconstrução da forma e fragmentação da realidade, encontrou eco no Brasil por meio de artistas como Anita Malfatti. Suas obras, influenciadas pelo movimento, causaram polêmica na Semana de Arte Moderna de 1922, contribuindo para a abertura de novos horizontes na arte brasileira.

Principais características são: 

  • ênfase na valorização das formas geométricas;
  • dissociação das partes de um mesmo objeto;
  • utilização de recorte e montagem na composição;
  • abandono das noções tradicionais de perspectiva;
  • representação de objetos de forma não convencional, exibindo todas as suas dimensões em uma representação plana, o que resultava em uma interpretação única em 2D.

Futurismo 

O Futurismo, liderado por Filippo Tommaso Marinetti, celebrava a velocidade, a tecnologia e a modernidade. Suas obras frequentemente retratam movimento e dinamismo, refletindo a agitação da vida urbana no início do século XX. 

Esse movimento também tinha um componente belicista, exaltando a guerra como uma forma de purificar a sociedade. Suas características incluem representações abstratas da velocidade, linhas de movimento e um foco em temas industriais e urbanos.

Veja outras características distintivas:

  • enfatização da tecnologia e da velocidade;
  • tendência belicista e culto à guerra;
  • elogio ao militarismo e ao patriotismo;
  • atitude contrária ao tradicionalismo acadêmico;
  • tendência à iconoclastia, que se traduzia em uma oposição radical a símbolos e convenções estabelecidos.

Expressionismo

O Expressionismo busca a expressão das emoções e da subjetividade humana por meio da arte. As obras expressionistas muitas vezes são marcadas por cores intensas, distorções da realidade e uma ênfase na carga emocional. Os traços podem ser distorcidos e as figuras representadas de forma não naturalista. 

O movimento frequentemente aborda temas sombrios, como a alienação social e a angústia existencial. 

Algumas outras características marcantes são:

  • contraposição ao Impressionismo;
  • busca pela expressão do inconsciente;
  • abordagem pessimista;
  • utilização de cores intensas;
  • traços pouco nítidos;
  • distorção da realidade;
  • tendência a romper com o tradicionalismo acadêmico;
  • foco na crítica social;
  • exploração da subjetividade.

Dadaísmo 

O Dadaísmo é caracterizado por uma atitude irreverente e ilógica em relação à arte e à cultura. Os dadaístas acreditavam que a sociedade estava em um estado de caos e irracionalidade, e eles refletiam isso em suas obras.

Suas criações incluem colagens, ready-mades (objetos comuns transformados em arte) e poemas aleatórios. A falta de lógica e sentido era uma resposta direta às normas e convenções da sociedade.

Acompanhe outras características importantes:

  • uso de nonsense e ilogismo;.
  • atitude irreverente e irônica;. 
  • resistência ao tradicionalismo acadêmico;. 
  • posicionamento antibelicista.

Surrealismo

O Surrealismo explorava o subconsciente e o irracional, buscando acessar o mundo dos sonhos e da imaginação.

As obras surrealistas muitas vezes apresentam imagens estranhas e perturbadoras, com elementos aparentemente desconexos. Salvador Dalí e André Breton são nomes importantes desse movimento. 

A técnica do automatismo, onde a criação é espontânea e sem controle consciente, é uma característica-chave do movimento.

Conheça algumas de suas características essenciais:

  • abordagem onírica e fantástica (ênfase no mundo do inconsciente); 
  • aspecto irracional e ilógico;
  • espontaneidade criativa;
  • resistência ao tradicionalismo acadêmico.

Qual a influência das vanguardas europeias no Brasil?

As vanguardas europeias tiveram um impacto profundo na cultura brasileira, especialmente durante o Movimento Modernista, que teve como marco, a Semana de Arte Moderna (1922), em São Paulo.

Este movimento literário e artístico questionou as tradições e normas estabelecidas, buscando uma expressão autenticamente brasileira nas artes.

Autores como Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral absorveram elementos das vanguardas em suas obras, contribuindo para a formação do Modernismo no Brasil.

Isso inclui a experimentação com formas, cores e técnicas, bem como uma atitude de desafio às normas tradicionais da arte e da literatura.

Ao longo deste texto, você aprendeu o que são as vanguardas e a sua importância para a história do nosso país e do mundo. Conheceu as particularidades de cada movimento e as influências dos mesmos para a arte brasileira. 

O legado desses movimentos continua a inspirar artistas e escritores em todo o mundo, destacando a importância da inovação e da expressão individual na arte e na literatura.

Este é um dos conteúdos que podem cair em provas de vestibular, principalmente o ENEM. Conheça outros conteúdos de Português que podem ser cobrados e prepare-se para as provas com mais eficiência!

Veja como surgiu o movimento operário no Brasil e seu importante papel na luta por melhores condições de trabalho!

O movimento operário no Brasil é um tema relevante para a nossa história, sendo cobrado frequentemente em vestibulares e edições do ENEM.

Esse movimento possui uma história rica em lutas e conquistas. Sua influência pode ser vista na legislação trabalhista do país e nas organizações sindicais que representam os trabalhadores em diversos setores da economia.

Para saber mais sobre o assunto e tirar suas dúvidas de como surgiu, a sua importância e quais personagens fizeram parte deste capítulo da nossa história, convidamos você a ler este conteúdo até o final. Boa leitura!

O que é o movimento operário brasileiro?

O movimento operário no Brasil refere-se à luta e mobilização dos trabalhadores, principalmente das áreas industriais, ao longo da história do país.

Esse movimento foi influenciado por ideias do anarquismo, socialismo e anarcossindicalismo, trazidas pelos imigrantes italianos e espanhóis. O seu objetivo era acabar com a exploração promovida pelo capitalismo e construir uma nova sociedade.

Qual a origem do movimento operário no Brasil?

O movimento operário no Brasil surge com a Revolução Industrial, que trouxe consigo transformações profundas na economia, na produção e nas condições de trabalho, impulsionando a formação das primeiras classes trabalhadoras urbanas, entre elas, os operários.

Em 1853 começou a funcionar um dos primeiros sindicatos no Brasil, conhecido como Associação de Operários de Tipografia da Capital, com sede no Rio de Janeiro. Os integrantes deste sindicato foram fundamentais para o movimento, pois eram alfabetizados.

Quais as principais lutas e conquistas?

Abaixo, conheça as principais lutas e conquistas do movimento operário no Brasil!

Lei Eloy Chaves (1923)

A primeira lei da previdência foi aprovada em 1923 e estabeleceu as bases para a criação das caixas de aposentadorias e pensões (CAP) para os trabalhadores das empresas de estrada de ferro.

Foi com essa lei que o sistema previdenciário cresceu e chegou até o modelo atual, que paga aposentadorias, pensões e outros benefícios a milhares de brasileiros. 

A Lei Eloy Chaves marcou um avanço significativo na proteção social dos operários.

Lei de Férias (1943)

O direito a férias anuais para alguns grupos de trabalhadores brasileiros foi universalizado em 1943, com a edição da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A Constituição de 1988, além de assegurar o direito, também acresceu uma remuneração de férias de 1/3 do valor do salário.

Antes dessa lei, as férias eram um privilégio e não estavam asseguradas por legislação. Ela representou um passo importante na melhoria das condições de trabalho e no reconhecimento dos direitos dos trabalhadores.

Consolidação das Leis do trabalho (CLT em 1943)

A Consolidação das Leis do Trabalho, CLT, foi criada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, e sancionada pelo presidente Getúlio Vargas, durante o período do Estado Novo.

A consolidação das leis unificou toda a legislação trabalhista existente no país e inseriu de forma definitiva os direitos trabalhistas na nossa legislação, tais como:  salário mínimo, férias, 13º salário, entre outros.

Essa legislação representou uma grande conquista para os trabalhadores ao garantir proteções mais abrangentes e sistematizadas.

Ditadura Militar e Resistência

O período da ditadura militar no Brasil (1964-1985) foi marcado por repressão aos movimentos sociais, incluindo o movimento operário.

No entanto, apesar das dificuldades e da repressão, muitos trabalhadores se engajaram em lutas e resistência contra o regime autoritário. Greves, protestos e manifestações foram formas de expressar a insatisfação com as condições de trabalho e com o contexto político repressivo.

A luta dos operários e de outros setores da sociedade foi fundamental para a redemocratização do país e para a recuperação e ampliação dos direitos trabalhistas após o fim da ditadura.

Como foi o período de redemocratização e quais os novos desafios enfrentados?

O período de redemocratização no Brasil, que surge com o fim da ditadura militar em meados dos anos 1980, desencadeou uma série de mudanças e desafios para o movimento operário e para as relações de trabalho no país.

Durante esse período, o movimento operário no Brasil continuou a luta por melhores condições de trabalho, direitos e justiça social.

Após décadas de repressão e restrições aos direitos sindicais, a redemocratização permitiu a retomada das atividades sindicais e a organização dos trabalhadores. Porém, não foi uma tarefa fácil!

Um dos principais desafios foi a necessidade em se adaptar a um novo contexto político e econômico, marcado pela abertura política e pelas mudanças na economia global.

A transição para um sistema democrático trouxe à tona uma necessidade urgente de buscar estratégias de negociação e atuação mais flexíveis, ao mesmo tempo em que os trabalhadores tentavam preservar e ampliar as conquistas obtidas ao longo dos anos de luta.

Além disso, a partir do início dos anos 2000, novos desafios emergiram para o movimento operário e para as relações de trabalho no Brasil.

A terceirização, por exemplo, ganhou espaço e trouxe consigo a preocupação com a diminuição da estabilidade no emprego e a redução dos benefícios.

Além disso, a informalidade no mercado de trabalho também se tornou um problema, impactando a segurança social e os direitos dos trabalhadores.

Qual a importância do movimento operário brasileiro para a sociedade?

O movimento operário no Brasil desempenhou um papel de extrema importância na sociedade brasileira ao longo de sua história, ao lutar por direitos e melhores condições de trabalho.

Foi com ele que conquistamos diversos direitos trabalhistas, como férias remuneradas, previdência social, salário digno, entre outros.

Os operários também colaboraram para termos melhores condições de trabalho, em lugares seguros e saudáveis. Assim, foram reduzidos acidentes e doenças ocupacionais.

O movimento também fortaleceu a classe trabalhadora, por meio de sindicatos e associações, reunindo-se para defender interesses coletivos.

A melhoria das condições de trabalho e a garantia de direitos não apenas beneficiaram os trabalhadores individualmente, mas também contribuíram para um desenvolvimento econômico mais sustentável e equilibrado.

Viu só como o movimento operário no Brasil mudou o rumo da nossa história e marcou a nossa sociedade profundamente? Sem a luta dessa classe seria difícil ter tantas conquistas importantes, que asseguram nossos direitos no mercado de trabalho.

Gostou do que aprendeu? Então, acesse nosso conteúdo sobre os temas de História que mais caem no ENEM e se prepare para gabaritar na hora do exame!

O que é pronome? Descubra sua função dentro da língua portuguesa e a importância para quem vai fazer ENEM?

Os pronomes desempenham um papel importante na língua portuguesa. Eles são responsáveis por substituir substantivos, evitando repetições constantes e tornando a comunicação mais eficiente e fluida.

Para quem está se preparando para o ENEM ou outro vestibular, este é um assunto que precisa estar no radar! 

Identificar pronomes corretamente ajuda na interpretação de textos, especialmente em questões que envolvem referência e coesão textual. Além disso, é crucial para construir textos claros e coesos.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender o que é pronome, sua função e quais os tipos existentes. Acompanhe até o final e tire suas dúvidas!

O que é pronome?

Pronome é uma palavra que substitui um substantivo na língua portuguesa. Sua função principal é evitar repetições desnecessárias, tornando a comunicação mais clara e fluida. 

Eles são fundamentais para construir frases coesas e elegantes, tornando a linguagem mais eficiente e evitando a monotonia da repetição constante de palavras. 

Além disso, podem representar pessoas, objetos, lugares e outras partes do discurso, desempenhando um papel crucial na estruturação das sentenças e na facilitação da compreensão.

Qual a sua função na língua portuguesa?

Os pronomes contribuem para a clareza e fluidez nas comunicações escrita e falada, substituindo substantivos, evitando repetições excessivas de palavras e enriquecendo a expressividade da linguagem. 

Além disso, eles também podem indicar posse, apontar objetos, pessoas ou lugares, estabelecer conexões entre partes de um discurso e até mesmo expressar sentimentos ou ênfases.

 Ao entender e utilizar os diferentes tipos de pronomes de forma adequada, é possível construir textos coesos e coerentes, promovendo uma comunicação eficaz e enriquecedora.

Quais os tipos de pronomes?

Pronomes são peças essenciais na construção da linguagem e compreender seus diversos tipos é fundamental para uma comunicação eficaz. 

Aqui, vamos explorar os principais grupos de pronomes. Confira!

Pronomes Pessoais

Os pronomes pessoais representam as pessoas do discurso. Eles se dividem em: 

Retoseu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas
Oblíquos átonosme, te, o/a, nos, vos, os/as, lhe, lhes, se
Oblíquos tônicosmim, comigo, ti, contigo, si, consigo, conosco, convosco

Pronomes Possessivos

Indicam posse ou relação de pertencimento, sendo: 

Possessivosmeu (s), minha (s), teu (s), tua (s), seu (s), sua (s),
nosso (s), nossa (s), vosso (s), vossa (s)

Pronomes Demonstrativos

Demonstrativos invariáveisisso, isto, aquilo
Demonstrativos variáveiseste (s), esta (s), esse (s), essa (s), aquele (s), aquela (s)

Pronomes Interrogativos

São usados para fazer perguntas, sendo eles: 

Interrogativos variáveisque, quem
Interrogativos invariáveisqual, quais, quanto (s), quanta (s)

Pronomes Relativos

Introduzem uma oração subordinada, relacionando-a à principal. Confira: 

Relativos invariáveisque, quem, onde
Relativos variáveiso/a qual, os/as quais, cujo (s), cuja (s), quanto (s), quanta (s)

Pronomes Indefinidos

Referem-se de maneira vaga à pessoas, objetos ou lugares não especificados, sendo: 

Indefinidos invariáveistudo, nada, algo, cada, alguém, ninguém, outrem
Indefinidos variáveisalgum (s), alguma (s), nenhum (s), nenhuma (s), todo (s), toda (s),
outro (s), outra (s), muito (s), muita (s), pouco (s), pouca (s),
certo (s), certa (s), vário (s), vária (s), tanto (s), tanta (s),
quanto (s), quanta (s), qualquer, quaisquer, bastante (s)

Quais os principais erros cometidos no uso de pronomes?

Da mesma maneira que auxiliam na fluidez do texto quando empregados corretamente, os pronomes podem tornar a escrita mais confusa ao serem utilizado de maneira errada. Veja os erros mais comuns:

  • confusão entre “me” e “mim”: “ele deu o presente para mim.”; 
  • uso incorreto de pronomes de tratamento: “Sr. João, eu o vi.”;
  • utilização errada de pronomes relativos: “o livro que eu comprei é interessante.”; 
  • emprego inadequado de pronomes pessoais: “eu gosto de tu.”.

Agora que você entende o que é pronome e suas funções na língua portuguesa, sabe que dominar seu uso correto contribui para uma linguagem mais precisa, evitando mal-entendido e garantindo que suas mensagens sejam compreendidas da forma desejada.

Além disso, para quem pretende ingressar em uma graduação, é preciso compreender muito bem esse assunto para evitar erros na hora de fazer a redação do ENEM e de outros vestibulares, garantindo sua vaga no ensino superior.

Gostou do que aprendeu? Então, acesse nosso conteúdo sobre Português no ENEM e veja o que pode cair sobre essa matéria no exame!

O que é tipologia textual? Veja como utilizá-la na redação do ENEM e prepare-se para o exame

Quando falamos sobre a prova do ENEM, é inevitável pensar na redação. No entanto, essa competência vai muito além da prática de escrever. É crucial entender conceitos fundamentais como a tipologia textual, que se refere aos diferentes tipos de texto que existem. 

Neste artigo, vamos explorar o que é a tipologia textual, sua importância, as diferenças entre tipologia e gênero textual, além de analisar os principais tipos de texto e suas características. Boa leitura!

O que é tipologia textual?

A tipologia textual refere-se à classificação dos textos de acordo com suas características predominantes, como estrutura, finalidade e linguagem. 

Basicamente, é uma maneira de organizar os textos em categorias, facilitando tanto a compreensão quanto a produção de textos adequados a diferentes contextos.

Qual a importância de conhecer os diferentes tipos de texto?

Conhecer os diferentes tipos de texto é fundamental para desenvolver uma boa comunicação escrita. Cada tipo de texto possui características específicas que influenciam a forma como as ideias são apresentadas e compreendidas. 

Na redação do ENEM, saber identificar e aplicar as tipologias textuais pode ajudar o candidato a se sair melhor na prova, tanto na parte de interpretação quanto na redação. 

Além disso, esse conhecimento é valioso para qualquer situação que exija a produção de textos, como trabalhos acadêmicos, e-mails profissionais e até mesmo postagens em redes sociais.

Dominar a tipologia textual permite que o escritor escolha a melhor forma de estruturar suas ideias e transmitir sua mensagem com clareza e eficácia. 

Por exemplo, um texto narrativo é mais adequado para contar histórias, enquanto um texto dissertativo é ideal para defender um ponto de vista. 

Saber essas diferenças permite que você se comunique de maneira mais precisa e eficaz.

Quais as diferenças entre tipologia textual e gênero textual?

É comum que as pessoas confundam tipologia textual com gênero textual, mas é importante entender que são conceitos distintos. 

A tipologia textual se refere à estrutura básica e à intenção comunicativa de um texto, como narrativa, descrição, dissertação, exposição e injunção. 

Já o gênero textual é uma categoria mais específica, que engloba os textos de acordo com o contexto de uso e a função social, como uma notícia, uma receita de bolo, ou uma carta de solicitação.

Por exemplo, um gênero textual como uma carta pode adotar diferentes tipologias textuais dependendo de sua finalidade. 

Uma carta de reclamação, por exemplo, pode ser predominantemente dissertativa, enquanto uma carta de amor pode ter uma tipologia narrativa ou descritiva. 

Entender essas diferenças é fundamental para a produção de textos adequados a cada situação comunicativa.

Tipos de texto e suas características

Tipologia narrativa

A tipologia narrativa é caracterizada por contar uma história, real ou fictícia, com personagens, cenários e eventos que se desenvolvem ao longo do tempo. A narrativa geralmente segue uma estrutura que inclui introdução, desenvolvimento e conclusão. 

É comum que esse tipo de texto apresente uma sequência temporal clara e utilize verbos no passado. Exemplos de textos narrativos incluem contos, romances e crônicas.

Tipologia descritiva

A tipologia descritiva foca em detalhar as características de pessoas, objetos, lugares ou situações. A descrição busca criar uma imagem mental no leitor, utilizando adjetivos, advérbios e detalhamentos minuciosos. 

Esse tipo de texto é muito utilizado em literatura, mas também aparece em relatórios, descrições de produtos e até em peças publicitárias. 

A estrutura do texto descritivo é menos rígida que a da narrativa, permitindo maior flexibilidade na organização das informações.

Tipologia dissertativa

A tipologia dissertativa é uma das mais exigidas em contextos acadêmicos e no ENEM. Ela é caracterizada pela defesa de uma ideia ou ponto de vista por meio de argumentos. 

A estrutura de um texto dissertativo geralmente inclui uma introdução, desenvolvimento com apresentação de argumentos e uma conclusão. 

Esse tipo de texto é utilizado em redações, artigos científicos e ensaios. O objetivo é persuadir o leitor ou apresentar uma análise crítica sobre um determinado tema.

Tipologia expositiva

A tipologia expositiva tem como principal objetivo explicar ou informar o leitor sobre determinado assunto. Ela é caracterizada pela objetividade e clareza na apresentação dos fatos ou conceitos. 

Textos expositivos são comuns em manuais, enciclopédias, textos didáticos e reportagens informativas. Esse tipo de texto não tem a intenção de persuadir, mas de esclarecer e informar o leitor sobre um determinado tópico.

Tipologia injuntiva

A tipologia injuntiva, também conhecida como instrucional, é aquela que orienta o leitor sobre como realizar uma ação específica. Esse tipo de texto é encontrado em manuais de instrução, receitas, regras de jogos e tutoriais. 

A linguagem utilizada é direta e imperativa, com o objetivo de guiar o leitor em cada passo necessário para completar uma tarefa.

Dicas para escrever bem todos os tipos de textos

1. Leia de tudo

Desenvolver o hábito de leitura é a chave para escrever bem. Ao ler diferentes tipos de textos, você amplia seu vocabulário, conhece diferentes estilos e estruturas, e aprende como os textos são organizados e desenvolvidos.

2. Escreva sobre o que você gosta

Escrever sobre assuntos que você domina ou tem interesse torna o processo mais fluido e prazeroso. Isso ajuda a desenvolver suas habilidades de escrita sem a pressão de dominar imediatamente assuntos complexos ou desconhecidos.

3. Seja objetivo

Independentemente do tipo de texto, a objetividade é fundamental. Evite rodeios e vá direto ao ponto, principalmente em textos dissertativos e expositivos. A clareza na comunicação garante que o leitor compreenda sua mensagem de forma rápida e eficiente.

4. Peça feedbacks

Compartilhe seus textos com amigos, professores ou colegas e peça opiniões sinceras. Feedbacks construtivos são essenciais para identificar pontos fortes e áreas que precisam de melhorias, ajudando você a evoluir constantemente na escrita.

Dominar a tipologia textual é uma habilidade essencial para quem deseja se destacar na redação do ENEM e em outras situações que exigem uma boa comunicação escrita. 

Cada tipo de texto possui características próprias que, quando bem compreendidas, tornam a escrita mais eficaz e adaptada ao seu propósito. 

Se você deseja se aprofundar ainda mais na sua preparação, confira os principais temas de Português abordados no ENEM e aumente suas chances de sucesso na prova!

Outras dúvidas sobre tipologia textual que podem ajudar

  1. Como identificar a tipologia de um texto?

    Observe a estrutura, o propósito e a forma como as informações são apresentadas, como narrar, descrever ou argumentar.

  2. Qual o objetivo da tipologia?

    Classificar os textos para facilitar a compreensão e a produção, de acordo com suas características e finalidades.

  3. Qual gênero textual mais usado?

    Depende do contexto, mas em exames como o ENEM, a dissertação argumentativa é o gênero mais frequente.

O que é hidrografia? Saiba como este tema aparece no ENEM e domine a matéria

A hidrografia é uma ciência que estuda as águas da Terra, abrangendo todos os corpos hídricos, como oceanos, rios, mares, lagos e lagoas. 

No ENEM, a hidrografia é um tema recorrente, pois está diretamente ligada a questões sobre ecossistemas, recursos naturais e impactos ambientais, exigindo do estudante uma compreensão ampla e detalhada do assunto.

A seguir, vamos explorar os principais conceitos dessa ciência, como o tema pode aparecer na prova e as características de cada tipo de corpo hídrico. Boa leitura!

O que é Hidrografia?

A hidrografia é o ramo da geografia que se dedica ao estudo das águas da Terra, analisando sua distribuição, características e os movimentos em diferentes regiões, além de seu impacto no meio ambiente e na sociedade.

Por exemplo, os oceanos, que cobrem cerca de 70% da superfície terrestre, são cruciais para a regulação do clima e sustentam uma imensa biodiversidade. 

Já os rios, com sua água doce, são fundamentais para o abastecimento humano e a irrigação agrícola.

A hidrografia também investiga o ciclo hidrológico, que é o processo contínuo de movimentação da água na Terra, incluindo a evaporação, condensação, precipitação e infiltração. 

Esse ciclo é crucial para a manutenção da vida e para o equilíbrio dos ecossistemas. 

Ela também estuda como os seres humanos interagem com os recursos hídricos, analisando desde a captação de água para consumo até a poluição e a gestão sustentável desses recursos. 

Portanto, a hidrografia desempenha um papel vital na preservação ambiental, no planejamento urbano e nos diferentes tipos de agricultura.

Como este tema pode ser cobrado no ENEM?

O ENEM frequentemente aborda a hidrografia em questões que exploram desde a importância dos recursos hídricos até os impactos ambientais relacionados à água. 

Questões sobre o ciclo hidrológico, a importância dos rios para as civilizações, a poluição das águas e a gestão dos recursos hídricos são exemplos de como a hidrografia pode aparecer na prova. 

Além disso, o ENEM pode relacionar o tema a tópicos como mudanças climáticas, desmatamento e urbanização, exigindo que o candidato tenha uma visão integrada dos processos geográficos.

É comum que as questões exijam a interpretação de mapas e gráficos, análise de textos e a compreensão de fenômenos como a dinâmica dos oceanos e a gestão dos recursos hídricos. 

Por isso, é essencial que o estudante esteja familiarizado com os conceitos de hidrografia e saiba aplicá-los em contextos variados.

Quais são as características da Hidrografia?

A hidrografia abrange diversos tipos de corpos hídricos, cada um com características e funções específicas. A seguir, detalharemos as principais categorias. Confira!

Oceanos

Os oceanos são as maiores massas de água salgada da Terra, cobrindo cerca de 70% da superfície do planeta. Eles desempenham um papel crucial na regulação do clima, na circulação das correntes marítimas e na sustentação de uma vasta biodiversidade. 

Os oceanos são divididos em cinco grandes massas: Pacífico, Atlântico, Índico, Ártico e Antártico. 

No ENEM, o conhecimento sobre as correntes oceânicas, como a corrente do Golfo e a de Humboldt, e suas influências no clima e na atividade pesqueira, é frequentemente cobrado.

Rios

Os rios são corpos de água doce que correm em direção a oceanos, mares ou lagos, desempenhando um papel fundamental no ciclo hidrológico e no abastecimento de água para consumo humano, agricultura e indústrias. 

Eles também são essenciais para a formação de ecossistemas, o transporte e a geração de energia hidrelétrica. 

Exemplos de temas relacionados aos rios que podem aparecer no ENEM incluem a bacia hidrográfica, o regime dos rios e a importância dos rios para a formação de civilizações.

Mares

Os mares são porções de água salgada menores que os oceanos, localizados geralmente próximos aos continentes. 

Eles podem ser classificados como mares abertos, fechados ou interiores, dependendo de sua conexão com os oceanos. 

Os mares desempenham um papel importante na economia, sendo usados para pesca, transporte e turismo. 

No ENEM, os mares podem ser abordados em questões sobre economia marítima, a biodiversidade marinha e os impactos ambientais, como a poluição.

Lagoas

As lagoas são corpos de água doce ou salgada de menor extensão e profundidade em comparação com os lagos. 

Elas são formadas geralmente em regiões de baixa altitude, e sua água pode ser temporária ou permanente, dependendo do clima e do relevo local. 

No contexto do ENEM, lagoas podem aparecer em questões sobre ecossistemas aquáticos, a formação de aquíferos e a importância das zonas úmidas para a biodiversidade.

Esses corpos de água desempenham um papel importante na manutenção dos ecossistemas locais, servindo de habitat para uma variedade de espécies vegetais e animais. 

Além disso, as lagoas são fundamentais para a recarga de aquíferos, já que parte da água presente nelas pode infiltrar no solo e alimentar os reservatórios subterrâneos. 

Elas também atuam como reguladoras do microclima das regiões onde estão localizadas, influenciando a umidade e a temperatura do ar.

No contexto ambiental, as lagoas são frequentemente associadas às zonas úmidas, que são áreas de grande importância ecológica. 

Essas zonas funcionam como filtros naturais, ajudando a purificar a água e a controlar enchentes, além de serem áreas de alta biodiversidade.

Lagunas

Lagunas são corpos de água salobra, geralmente separados do mar por uma barreira de areia, como restingas e recifes. 

Elas têm uma ligação com o oceano que permite a troca de águas, o que resulta em uma alta diversidade biológica. 

As lagunas são importantes para a pesca, a proteção contra tempestades e a manutenção de habitats para espécies aquáticas. 

No ENEM, lagunas podem ser tema de questões sobre o impacto humano nesses ecossistemas e a importância da preservação ambiental.

Compreender a hidrografia é essencial para interpretar os fenômenos naturais e suas consequências para a vida no planeta. 

Entender o que é hidrografia e as características das águas, desde os vastos oceanos até as pequenas lagoas e lagunas, pode ser a chave para resolver questões de do ENEM com sucesso.

No geral, aprofundar-se nesse tema é um passo importante para quem deseja obter um bom desempenho no exame. Se você quer se preparar ainda mais, explore nosso conteúdo sobre Geografia no ENEM e mantenha-se atualizado!

Entenda o conceito de estrutura social e prepare-se para questões do ENEM sobre o tema

Quem está se preparando para o ENEM, sabe que o exame pode cobrar temas complexos e interdisciplinares. Entre eles, está a estrutura social, um conceito chave na sociologia, que tem forte ligação com questões de desigualdade, organização e papel das instituições.

Neste artigo, vamos explorar o que é estrutura social, como esse assunto pode aparecer no ENEM e como ele se conecta com outros conceitos, como a estratificação social. 

Entender esse tema é essencial para acertar questões de ciências humanas e suas tecnologias e pode fazer toda a diferença na sua nota final. Confira!

O que é estrutura social?

Estrutura social refere-se à maneira como a sociedade está organizada em diferentes camadas ou grupos, a partir de normas, valores e relações estabelecidas entre seus membros. 

Essas estruturas moldam o comportamento das pessoas, suas interações e a distribuição de recursos, oportunidades e poder.

De forma mais ampla, a estrutura social envolve a organização de instituições, como família, governo, religião, educação e economia. 

Cada uma delas tem um papel específico na sociedade, garantindo sua estabilidade e funcionamento. Elas influenciam desde a maneira como as pessoas se relacionam até a distribuição de riqueza e prestígio.

Esses elementos estruturais são essenciais para manter a coesão social, ou seja, a sensação de pertencimento e o bom funcionamento da sociedade. 

Mas é importante lembrar que, em sociedades complexas, essas estruturas não são fixas. Elas estão em constante transformação, influenciadas por fatores políticos, econômicos, culturais e históricos. 

Por isso, a análise da estrutura social envolve entender tanto suas permanências quanto suas mudanças.

Como o tema de estrutura social pode ser cobrado no ENEM?

O ENEM, conhecido por cobrar temas que envolvem interpretação e aplicação de conceitos, pode abordar estrutura social em questões de Sociologia, História e Geografia. 

O exame busca avaliar o entendimento do candidato sobre a forma como as relações sociais são organizadas e como elas impactam a vida dos indivíduos em geral.

Algumas das formas como o tema pode aparecer no ENEM incluem:

  1. questões interdisciplinares: na qual os candidatos devem analisar a relação entre estrutura social e desigualdade econômica, ou como as mudanças políticas afetam a estrutura de um país;
  2. análises de gráficos e tabelas: questões sobre estrutura social podem aparecer com gráficos que mostram, por exemplo, a distribuição de renda ou a estratificação por classes;
  3. textos sociológicos: textos de autores clássicos da Sociologia, como Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber, podem ser usados para discutir a organização social e seus efeitos;
  4. estudos de caso: situações que envolvem conflitos sociais ou mudanças em políticas públicas também podem ser cobradas.

Quais suas classificações?

A estrutura social é dividida em diferentes subestruturas, cada uma com sua função e impacto na sociedade. As mais importantes para o estudo do ENEM incluem a Militar, Religiosa, Educacional, Cultural, Econômica, Familiar e Política. 

Cada uma dessas subestruturas contribui de maneira única para a organização e o funcionamento social. Confira!

Estrutura Militar

A estrutura militar refere-se à organização e à hierarquia das forças armadas dentro de uma sociedade. Ela é responsável pela defesa do território, manutenção da ordem interna e, em muitos casos, pode exercer influência política direta ou indireta. 

Países com regimes autoritários, por exemplo, tendem a ter uma estrutura militar forte e dominante. 

No contexto do ENEM, essa subestrutura pode aparecer em questões sobre regimes militares, intervenções das forças armadas na política e conflitos bélicos.

Religiosa

Esta estrutura diz respeito ao papel das instituições religiosas na organização social. Ao longo da história, a religião desempenhou um papel crucial na definição de normas e valores de diversas sociedades. No Brasil, a influência da Igreja Católica, por exemplo, foi e ainda é marcante. 

As questões do ENEM podem abordar a relação entre religião e política, ou ainda discutir o impacto de diferentes crenças religiosas na formação da identidade social e cultural de uma população.

Educacional

A estrutura educacional trata da maneira como o sistema de ensino é organizado em uma sociedade. A educação é uma ferramenta de socialização e mobilidade social. 

No ENEM, o tema pode ser cobrado de várias formas, desde questões que abordam o papel da educação na redução da desigualdade social até discussões sobre políticas públicas educacionais. 

O exame também pode pedir a análise de como a estrutura educacional de um país contribui para a formação da cidadania.

Cultural

A estrutura cultural refere-se à organização e à transmissão dos valores, tradições e práticas culturais dentro de uma sociedade. A cultura desempenha um papel fundamental na identidade de um povo e, por isso, é uma peça importante na estrutura social. 

No ENEM, questões culturais podem ser cobradas de forma a avaliar como elementos culturais influenciam as relações sociais, a inclusão de minorias ou a globalização.

Econômica

A estrutura econômica está relacionada à distribuição de recursos, à produção de bens e à organização do mercado de trabalho em uma sociedade. 

No ENEM, o tema pode surgir em questões que discutem desigualdade social, distribuição de renda ou o papel do Estado na economia. 

As transformações econômicas, como as revoluções industriais ou crises econômicas, são exemplos de como essa subestrutura é relevante para o entendimento das mudanças sociais.

Familiar

A estrutura familiar é um dos elementos mais antigos e fundamentais da organização social. Ela envolve os diferentes arranjos familiares e a forma como as famílias se organizam em termos de hierarquia, papéis de gênero e função social. 

O ENEM pode abordar temas como mudanças nos arranjos familiares, a evolução das famílias ao longo do tempo e o impacto das políticas públicas na dinâmica familiar.

Política

Por fim, a estrutura política refere-se ao sistema de governo e às relações de poder dentro de uma sociedade. É a organização política que define as regras e leis que orientam o comportamento social. 

Questões sobre estrutura política no ENEM podem abordar desde a formação do Estado até o papel dos cidadãos na democracia. Além disso, o exame pode cobrar temas relacionados à representatividade política e à luta por direitos civis.

Qual a relação entre estrutura social e estratificação social?

A estratificação social é o processo pelo qual a sociedade se organiza em camadas ou estratos, de acordo com critérios como classe econômica, poder, educação e prestígio. 

Essa estratificação reflete diretamente na estrutura social, pois define quem tem mais acesso a recursos e oportunidades, e quem enfrenta maiores barreiras.

Enquanto a estrutura social é a base que organiza a sociedade em diferentes instituições e grupos, a estratificação mostra como esses grupos se distribuem em termos de desigualdade. 

Por exemplo, a estrutura econômica de um país afeta diretamente a estratificação social, pois uma economia mais concentrada nas mãos de poucos indivíduos resulta em uma maior desigualdade de renda. 

O ENEM pode explorar essa relação em questões que discutem mobilidade social, meritocracia ou desigualdade de oportunidades.

Compreender a estrutura social é fundamental para interpretar diversos fenômenos da sociedade moderna. No ENEM, esse tema pode ser cobrado de diversas formas, exigindo que o candidato tenha um olhar atento para como as diferentes subestruturas influenciam as relações sociais. 

Desde a educação até a política, todas as partes da estrutura social desempenham um papel crucial no funcionamento da sociedade e, consequentemente, nas questões que podem aparecer no exame.

Agora que você entendeu a importância do conceito de estrutura social, que tal dar uma olhada no nosso conteúdo sobre Sociologia no ENEM? Acesse e fique ainda mais preparado!